segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

As mais gatas de 2013

Aqui estão as três mais gatas de 2013. Aquelas que se destacaram durante o ano com base nos critérios escolhidos pela equipe que administra este blog. Cliquem nas fotos!

Musa do ano: CHLOE GRACE MORETZ
Musa brasileira do ano: MARIANA XIMENES
Musa-revelação do ano: RYAN WHITNEY NEWMAN

sábado, 14 de dezembro de 2013

Disco de remixes de Roberto Carlos é caça-níqueis malfeito

Desde que perdeu a sua última esposa, por câncer, Roberto Carlos não tem lançado nenhum dos seus tradicionais álbuns de composições próprias. Há alguns anos, ele vem prometendo lançar um novo álbum de inéditas, mas ficou somente na promessa, optando por lançar coletâneas, relançamentos, discos-tributo (outros intérpretes cantando suas músicas) e outros tipos de caça-níqueis. Agora é a vez dos compactos.

Não que RC fosse incapaz de lançar algo inédito. As duas inéditas que o cantor lançou no ano passado além de boas, fizeram um estrondoso sucesso, apresentando RC para as novas gerações. Isso poderia ter servido de estímulo para que um novo álbum viesse neste ano. Mas nada. O que veio foi um estranho compacto de remixes com o título em inglês (??!!!) "Remixed". Será que é para o mercado externo?

Que nada! E o que poderia ser o primeiro disco de remixes de Roberto Carlos, se tornou na verdade um mero caça-níqueis a desagradar gregos e troianos. Na verdade o disquinho é ruim que dói. Um engodo para compensar a falta de um lançamento decente.

Os remixes são muito malfeitos, soando improvisados. Parecem aquelas montagens que eu fazia nos anos 90 usando dois gravadores portáteis e um microsystem, onde colocava a vocal de uma música com um house music instrumental qualquer. Hoje tenho condições de fazer remixes bem melhores que os feitos para compacto do "Rei", usando apenas o programa Audacity e umas bases instrumentais.

E o mais impressionante é que os tais remixes foram assinados por DJs consagrados que teriam condições de fazer do compacto um trabalho mais do que excelente. Mas parece que a mão pesou ou houve a pressa de lançar à vésperas de Natal (virou tradição lançar alguma coisa de RC, católico fanático, nesta época do ano) o que favoreceu o armengue improvisado (até mesmo a capa é improvisada, além do estranho título em inglês dado a ele).

Uma pena, pois o disquinho de remixes (que na minha opinião deveria ter no mínimo 10 faixas e não 5), poderia ser uma oportunidade de ouvir as músicas do "Rei" em versões diferenciadas, ainda mais para o público jovem, interessado neste tipo de coisa. Mas ninguém gostou. O tradicional público de RC não curte muito versões remixadas e os jovens que são o alvo deste lançamento talvez preferissem remixes mais caprichados.

Infelizmente ainda estamos esperando um álbum de remixes de músicas do Roberto Carlos muito melhor do que esse caça-níqueis feito para tapar o buraco do não-lançamento de algo inédito. Esse "Remixed" está muito aquém do prestígio do compositor que, fora um bom momento ou outro (como em 2012), não lança nenhum clássico marcante desde 1976, quando virou refém da mídia e do mito natalino.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Nelson Mandela, a luta contra o apartheid de lá e o caso do apartheid de cá

OBS: O apartheid brasileiro não é bem igual ao da África do Sul, mas é cruel e real. Ele não se baseia em separar etnias, mas em separar economicamente e intelectualmente. 

Pobres e de baixa escolaridade são privados por diversos meios de usufruírem uma vida digna que possa ajudá-los a acrescentar bons valores ao seu cotidiano. Suas conquistas são limitadas ao consumismo e a meios de diversão não-intelectualizados onde os ricos e graduados podem participar. 

Só não podem participar dos eventos criados para que somente os ricos e graduados podem estar, fazendo com que as classes mais carentes percam uma grande oportunidade de crescerem como seres humanos.

Sigamos o exemplo de Mandela e acabemos também com este tipo de apartheid, para que a s classes mais carentes possam se intelectualizar, desenvolver a cultura e lutar pelos seus direitos reais, evitando confundir consumismo com qualidade de vida.

Nelson Mandela, a luta contra o apartheid de lá e o caso do apartheid de cá

Alexandre Figueiredo - Mingau de Aço

Nelson Mandela foi um dos raros homens que marcaram sua vida com importantes realizações. Com coragem e perseverança, tentou lutar contra o separatismo da África do Sul - cujo regime do apartheid era abertamente inspirado pelo nazismo alemão - , chegando a perder sua batalha ao ser preso durante 27 anos, mas depois a venceu em outra rodada, tornando-se até presidente do seu país.

Mandela é dos tempos de que o ativismo social era um ato de coragem, em que se unia a sabedoria, seja livresca ou vivencial, com a coragem, a paciência e a habilidade de tentar romper com limitações sociais sérias.

Mandela e a luta contra o racismo

O ativista sul-africano já estava em evidência, quando, nos EUA, ainda vigorava a segregação racial que separava negros de brancos até mesmo nos assentos de ônibus. Um incidente de 1955, em que a costureira e ativista social, então grávida, Rosa Parks, se recusou a ceder um lugar para um branco e foi presa, causou intensa revolta nacional naquele país.

Anos depois, ativistas criaram os "Viajantes da Liberdade" (Freedom Riders), para pressionar diversos Estados dos EUA a cumprirem um dispositivo constitucional que previa o fim do separatismo racial nas estações rodoviárias. Isso foi em 1961. Dos dois ônibus usados, um foi queimado por um grupo racista, mas o movimento surtiu efeito.

A luta contra o separatismo racial ainda foi muito sangrenta, violenta, com vários ativistas mortos. Mas, do lado dos racistas sul-africanos, destaca-se o assassinato do primeiro-ministro Henrik Verwoerd, em 06 de setembro de 1966, pelo negro Dimitri Tsafendas, que era um caixeiro do parlamento da África do Sul.

As conquistas dos negros de hoje

A situação mudou muito nos últimos anos e os negros tiveram conquistas sociais significativas. O regime do apartheid foi extinto na África do Sul num processo que culminou com a eleição de Nelson Mandela em 1994. Mandela saiu da prisão em 1990, onde estava detido desde 1962, e o então presidente sul-africano Frederik De Klerk revogou as leis do apartheid.

Hoje temos negros em diversas posições sociais, em diversos postos de trabalho. A beleza negra, masculina e feminina, tornou-se reconhecida amplamente. E hoje discute-se a negritude de forma imparcial, numa nova situação que até mesmo figuras negras podem ser criticadas, sem que isso soasse racista.

Podemos criticar Barack Obama e a política externa dos EUA. Ou o tendenciosismo jurídico-midiático do presidente do STF, Joaquim Barbosa. Mas por outro lado reconhecemos o valor inestimável de figuras como Nelson Mandela e o geógrafo brasileiro Milton Santos tiveram em suas vidas.

O apartheid brasileiro

Há muito ainda o que fazer. No Brasil, por exemplo, a grande mídia ainda explora uma negritude caricata, seja pela mercantilização da sexualidade das mulheres negras, seja pela glamourização dos problemas vividos pelos negros pobres, como a ignorância e a miséria.

Muitos homens negros não aparecem sequer nos dados do Censo, porque vivem em lugares inacessíveis, são nômades no seu êxodo rural que os impele na busca incessante de alguma qualidade de vida, e vários negros só aparecem nos necrotérios e nas ocorrências policiais, muitas vezes vítimas da violência, anos depois de nem sequer poderem ser meros números estatísticos.

As negras pobres são impelidas a ter desejos sexuais e afetivos surreais, interpretando muito mal a ideia de diversidade sócio-racial já deturpada pela mídia. Em vez de terem estimulada a liberdade de escolher o homem que quiserem, independente de ser negro ou não, são "impelidas" a desejar homens de classe média, geralmente brancos, mais pela conveniência social do que por qualquer diversidade social.

O apartheid cultural brasileiro

Dessa forma, como se observa em Salvador, várias negras pobres, já incitadas a superestimar seus impulsos sexuais através de uma "cultura" popularesca ditada pela mídia local, se tornam vulneráveis à sedução de traficantes de mulheres, que integram redes de prostituição internacionais, e que muitas vezes se escondem na aparência de "turistas inocentes" de fala "simpática" e jeito "gentil".

A pseudo-cultura "popular", patrocinada pelos barões da grande mídia, e que transforma as classes populares como um todo, sejam negros, brancos, índios ou mestiços em geral, sejam os muito pobres ou a classe média baixa emergente, em verdadeiras caricaturas de si mesmas, deturpa a negritude em estilos que mais fazem pelo racismo anti-negros do que pela defesa da negritude brasileira.

É o "pagode romântico" que primeiro promove um samba caricato e malfeito, lançando ídolos que primeiro aceitam fazer a imagem de ridículos e se tornar sucesso às custas disso para depois bancarem os "artistas sérios" por meio de uma maquiagem sonora, técnica e visual.

É o "pagodão" da Bahia que promove o negro como se fosse um misto de bobo-alegre e tarado, forjando um sensualismo grosseiro e caricato que acaba ofendendo a luta do povo negro baiano, não pela aparente descontração do ritmo, mas pela imagem patética que o ritmo explora da negritude baiana.

É o "funk" que, com seu complexo de "vítima", aprisiona culturalmente a população das favelas, com seu som repetitivo e sem imaginação, com a exploração de empresários-DJs gananciosos que posam de pretensos ativistas, enquanto trabalham, à sua maneira, a imagem caricatural do povo negro, submetendo o povo negro às baixarias e grosserias promovidas pelo ritmo popularesco.

Esses ritmos chegam mesmo a trabalhar uma imagem caricatural das classes populares, e do povo negro em particular, de forma ainda mais cruel que os humorísticos mais reacionários. Para piorar, a intelectualidade cultural dominante, que defende as "senzalas" culturais em detrimento dos "quilombos", apostam numa "cultura popular" controlada pelo "falecido" mercado e pela "moribunda" grande mídia.

Esses intelectuais tentam dar a impressão contrária a seu elitismo, seu racismo e seus preconceitos. Tentam ser "sem preconceito", mas na prática tornam-se muito mais preconceituosos do que o "preconceito" que dizem combater.

No âmbito da negritude, esses intelectuais tentam exaltá-la, quando defendem uma alegria patética trazida por Psiricos, Molejos, Catras, Tchans. Falsas alegrias conformadas com a miséria, com a pobreza, com a baixa escolaridade, que a demagogia intelectualoide exalta e ainda se aproveita da ideia de cotas universitárias para inserir em seus quadros uma mentalidade brega e medíocre.

Há solução contra este tipo de apartheid?

Há muito o que melhorar. Não pela cosmética sócio-cultural que primeiro promove o ridículo para depois travesti-lo de algo "mais nobre", como se fosse fácil estimular os erros num dia e tentar resolvê-los só depois, mais para promover um suposto altruísmo intelectual-midiático do que para ajudar as classes populares.

A "cultura popular" midiática, agindo dessa forma, tenta evitar que o Brasil de grandes negros se amplie e se desenvolva, que tenha a relevância de nosso Milton Santos, cujo exemplo humanista tornou-se um equivalente brasileiro ao de Nelson Mandela, pelo desejo semelhante de progresso e democratização social.

Para a intelectualidade cultural dominante, o que interessa é manter o apartheid cultural. Cinicamente, dizem ser contra o apartheid cultural, achando que incluir a bregalização no cardápio da "alta cultura" irá resolver o problema, quando na prática só faz piorá-lo.

Para esses intelectuais "sem preconceito", mas muito preconceituosos, é melhor jogar a breguice nos salões da sociedade "ilustrada" do que defender uma real melhoria cultural para nosso povo, inclusive os muitos negros que vivem em todos os cantos do Brasil.

Que só a intelectualidade e seus pares apreciem a boa cultura, protegida por seus diplomas e por sua visibilidade. Para essa elite, o "povão" deve permanecer fiel ao consumo de suas próprias caricaturas promovidas pela bregalização cultural. Convém combatermos esse verdadeiro elitismo da intelectualidade "não-elitista"

domingo, 8 de dezembro de 2013

Após processo, criadores do Tubby revelam que aplicativo era uma pegadinha. Ou não

Após os homens ficarem revoltados com as avaliações feitas pelo aplicativo Lulu, foi noticiado o surgimento da revanche, a versão masculina do aplicativo, o Tubby (o nome do Bolinha no original), criado por brasileiros, onde mulheres seriam avaliadas utilizando hashtags, digamos, meio safadinhas.

Aí as feministas abriram o berreiro e foram ao Ministério da Justiça e o lançamento do aplicativo foi proibido no país. Em seguida, os criadores do suposto aplicativo anunciaram que o aplicativo não existe e que o "investidor coreano" na verdade é um nerd brasileiro de origem asiática, muito conhecido pelos nerds através de vídeos no YouTube.

Mas se preparem. Há quem diga que esse anúncio é uma pegadinha também e que o Tubby pode mesmo ser lançado, só que sem as hashtags ofensivas. A empresa que criou o Lulu já se apressou e lançou o Lulu Tubby (nada a ver com o citado Tubby), que permite que homens e mulheres se avaliem mutuamente. A confuzão foi criada.

Resta saber mesmo se o tal Tubby será mesmo lançado. O que se sabe é que homens detestaram ser avaliados de forma pejorativa, mesmo com hashtags fofinhas, pelas mulheres, já que a avaliação pode prejudicar o prestígio social de muitos homens, favorecendo a solidão e até o desemprego.

Melhor mesmo que não houvesse nenhum dos dois, nem Lulu, nem o Tubby, não é? Deixemos os pobres personagens a se digladiarem sossegados em seus quadrinhos e desenhos animados. Pelo menos era divertido assim.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Brasileiros desenvolvem versão masculina do aplicativo Lulu

OBS: Esta declarada a guerra dos sexos. Agora com o Tubby, a ser lançado ainda neste mês, poderemos nos vingar das ingratas e avaliá-las para que elas aprendam a se valorizar e a nos valorizar também, sem querer nos explorar e discriminar quem não corresponde ao estereótipo do "macho ideal".

Brasileiros desenvolvem versão masculina do aplicativo Lulu

Ismael Cardoso - Portal Terra

A chegada de um aplicativo que permitirá que os homens avaliem as amigas mulheres promete esquentar ainda mais a discussão no "Clube da Luluzinha". Depois de todo o sucesso e de toda polêmica causada pelo app Lulu - que chegou ao Brasil na semana passada e permite apenas que meninas deem notas e opiniões anônimas sobre meninos -, um grupo fez barulho com a promessa da revanche: o Tubby, que deve ser lançado oficialmente em 4 de dezembro.

Com o slogan "sua vez de descobrir se ela é boa de cama", o site que anuncia o aplicativo já teve mais de 300 mil acessos em menos de 24 horas e causou polêmica pela primeira imagem divulgada do aplicativo, com hashtags muito mais picantes que as do concorrente Lulu. Muitas pessoas acusaram a ferramenta - que ainda nem foi lançada - de machismo.

"Hoje em dia tudo é julgado muito superficialmente. Nosso app vai sim ser considerado machista por uns, e por outros vai ser apenas diversão. Ele é um app para homens relatarem suas experiências apenas. Não o consideramos machista e nem queremos passar esta imagem", afirmou ao Terra Guilherme S., um dos responsáveis pelo desenvolvimento da ferramenta.

O aplicativo Tubby - nome em inglês do personagem Bolinha - é desenvolvido por três pessoas, que não revelam seus nomes completos: Guilheme S., 21 anos, Rafael F., 22 anos e Lívia G., 32 anos. "A ideia surgiu quando percebemos que o público masculino iria gostar de um app que seja quase como uma conversa de mesa de bar", disse Guilherme.

Grupo promete lançar o aplicativo em 4 de dezembro Foto: Reprodução Grupo promete lançar o aplicativo em 4 de dezembro Foto: Reprodução

Com o barulho gerado pelo site, muita gente desconfiou de que o app realmente esteja sendo feito. O grupo garante que está trabalhando para liberar a primeira versão já na próxima semana. O trio se divide: enquanto um cuida do desenvolvimento, outro é responsável pela direção de arte e usabilidade. No meio de tudo isso, a única menina do grupo ajuda a divulgar o trabalho.

O grupo não revela ainda como o app vai funcionar, nem se seguirá a mesma lógica do Lulu, que permite que apenas mulheres avaliem os homens usando suas informações de login do Facebook. No Lulu, os homens não têm acesso às avaliações que recebem, sempre anônimas. Essas avaliações são feitas a partir de questões de múltipla escolha sobre o senso de humor de um garoto, as boas maneiras, a ambição, o nível de comprometimento e a aparência. Elas também podem escolher entre uma lista de melhores e piores qualidades, como #FazRirAtéChorar ou #SafadoNaMedidaCerta.

"Vamos disponibilizar maiores informações em nosso site em breve, mas não esperem por uma cópia do Lulu com fotos de mulheres. Nosso público é completamente diferente", afirmou Guilherme.

O grupo também está ciente dos riscos legais que uma ferramenta desse tipo pode ter. O Lulu foi alvo nesta semana do primeiro processo no Brasil, e o grupo afirma que já conta uma assessoria jurídica. "Podemos ser processados a qualquer momento, por diversos motivos. Isso não significa que, de fato, fizemos algo de errado. Estamos fazendo nosso app do jeito mais seguro para o usuário", diz.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Quem é Paul Walker e pra quê tanta comoção com a morte dele?

Desde a madrugada do último sábado para domingo, vi na internet uma rajada de postagens de diversos sites falando da morte do ator Paul Walker, conhecido por atuar no filme de ação Velozes e Furiosos e que tinha 40 anos, embora parecesse bem menos. Ironicamente, morreu por causa de um acidente automobilístico.

Como nunca vi nenhum episódio desta série de filmes sobre pegas de automóveis, até então nunca tinha ouvido falar do ator. Mas após o ocorrido aconteceu uma saraivada de mensagens lamentando a morte do ator que, pelo que eu sei, não era assim tão famoso. Então porque esta enxurradas de lamentos? Modismo? Grande chances de ser apenas isso.

Não tenho como avaliar quem tenha sido o ator. Eu não o conhecia. Mas pelo que sei, não havia um motivo concreto que justificasse tamanha comoção. Bom ator? Talvez. Mas uma obra como uma série de filmes violentos sobre pegas de automóveis certamente não seria a melhor forma de testar o talento dramático de qualquer ator. Ainda mais se notarmos que boa parte dos espectadores assistiu a tal série com dublagem. Ou dá para avaliar a qualidade de atuação de um ator com a voz de uma outra pessoa?

A comoção pode realmente ter sido mero modismo, numa tentativa dos fãs parecerem "boas pessoas" por estarem solidarizadas com a morte de alguém. Mas era alguém que boa parte desses supostos fãs nem conhecia, o que torna estranha esta maciça comoção, raramente vista com essa intensidade em mortes de celebridades muito mais conhecidas.

Claro que é lamentável que uma pessoa relativamente jovem ter morrido. Mas o que estranho é que como um ator quase desconhecido - mesmo atuado em um blockbuster - fosse gerar tanta comoção, a ponto de haverem muitas postagens, a ponto de praticamente ser o único assunto a ser falado em blogues e em redes sociais no último domingo?

Essa nem mesmo o próprio Paul Walker deve estar entendendo.