sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Dançarina do ressuscitado É o Tchan diz que falta homem



Uma dançarina que integra a nova formação do embuste que fundou o pagode-bunda baiano, que atende pelo pomposo nome de Karol Loren e que pretende ser "uma grande designer" (ela nem deve saber o que é isso...) após sair do embuste, falou que está difícil arrumar homem para namorar. É mesmo?

Pergunta a Elaine Bast se foi difícil arrumar homem.

Pergunta para Christiane Pelajo se foi difícil casar de novo.

Pergunta para Letícia Spiller se está difícil arrumar homem.

Pergunta para Sheron Menezes se ela sabe o que é solidão.

Pergunta para Ana Paula Arósio se foi difícil arrumar marido.

Pergunta para qualquer mulher de classe, inteligência e boas referências culturais se é difícil encontrar homem para namorar e casar.

Ora, Loren, se manca e pega o primeiro estivador analfa que encontrar pela frente. É o que combina com boazudas vulgares e vazias como você.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

"Quem gosta de estudar não é admirado no Brasil", afirma cientista chinês

OBS: Recado ao povo imbecil que predomina em nosso país e que idolatra os jogadores de futebol (maior exemplo de pessoas excessivamente valorizadas em nosso país, algo que o cientista se esqueceu de citar) como se eles fossem "guerreiros sábios lutando em nome da pátria": o cérebro fica na cabeça e não nos pés e sem aprendizado básico ninguém é nada.

Ouvindo as vozes de Neymar e Ganso, os queridinhos do momento, nota-se que nem o básico eles sabem direito, pronunciando mal as palavras e demonstrando total ignorância quando perguntados sobre seus gostos e opiniões. Bichos aprendendo a ser gente.

É triste ver que caras ignorantes como Neymar e Ganso são ultra-valorizados nesse país, incentivando os jovens a abandonarem a boa cultura, a não correrem atrás de pesquisa e informação e subestimar a classe e o bom gosto. Deste jeito o país nunca evoluí, os medíocres chegam a posições privilegiadas, tomando o lugar de gente com sabedoria, que sofre em nosso país, graças a importância que a TV, grande guru da massa acéfala a coisas fúteis e inúteis e a pessoas sem capacidade de realizar (verdadeiros) grandes feitos.

Como se correr atrás de uma bola e chutá-la em uma rede pudesse salvar a humanidade e desenvolver o país. Como se uma taça conquistada em um campeonato de futebol compensassem todas as injustiças.

Ah! Nada contra jogadores de futebol. Mas não acham que para o que eles fazem, eles não estão sendo tratados com importância demais? O que eles fazem é apenas diversão, provocar risada, nada mais. O Brasil não vai ficar melhor por causa deles, certo?

"Quem gosta de estudar não é admirado no Brasil", afirma cientista chinês

RICARDO MIOTO - FOLHA DE SÃO PAULO - 19/07/2010 - 12h12

Guo Qiang Hai, 48, físico chinês que mora em São Carlos (SP) desde 1993, veio para o Brasil sem conhecer ninguém, atrás de uma bolsa na Universidade Federal de São Carlos. Desde 2003 é professor da USP.

Adora o país, mas está preocupado. Tem uma filha de um ano com uma brasileira e acha que as escolas que ela vai frequentar não são tão boas quanto as chinesas.

"Na China a escola é em tempo integral, o aluno sempre volta com tarefa. Se precisar, ele estuda no sábado."

Para Hai, a escola chinesa não é melhor apenas que a brasileira. Ele tem outra filha, que estudava na China até o ano passado. Com dificuldades em matemática, tinha um professor particular.

Quando a menina se mudou com a mãe (também chinesa) para a Austrália, se tornou a melhor da turma na matéria. "Todos falam para ela "nossa, como você é inteligente'", conta Hai, rindo.

"Além de o professor chinês ganhar bem, os alunos respeitam. Existe uma cultura que valoriza o conhecimento. Aqui não é bem assim. Na TV, parece que só se admira quem participou do Big Brother, tem dinheiro, é modelo. A sociedade não põe na cabeça das crianças que elas têm de estudar."

Isso se reflete na qualidade da pesquisa brasileira, diz Hai. Ainda assim, ele diz que a valorização da ciência tem melhorado: "Em São Paulo, não falta financiamento".

Folga

Para o pesquisador é estranho sofrer pouca cobrança. "O docente aqui é funcionário público, não tem tanta pressão como nos EUA ou na China. Aqui existem muitos que se dedicam dia e noite, mas quem não faz nada continua na universidade."

Existem problemas, mas é preciso ressaltar as qualidades do país, diz. "As pessoas são legais, é fácil fazer amizade. Eu gosto muito, gosto do clima. Só português eu achei meio complicado", brinca.

Hai acompanha com otimismo as notícias de seu país. "Quando saí da China para a Europa, em 1988, ela era bem fechada. Hoje mudou muito. Ainda não existem jornais particulares, a TV é estatal. Mas você pode falar com os seus amigos o que quiser. Não é que nem a gente vê na televisão aqui."

Diz se impressionar com o crescimento econômico chinês. "Todo mundo está querendo ficar rico. Deus é grana", brinca. "Se você tem dinheiro, faz o que quiser."

sábado, 20 de novembro de 2010

Gostosas, mas com classe



Eu não gosto de vulgaridade. Para quem não sabe, vulgaridade é quando a sensualidade é colocada fora de seu contexto ou é exagerada, ou ainda vem de gente vazia que só vive em explorar seu próprio corpo. Isso é grotesco e nojento ás vezes.

Mas a sensualidade, dentro de seu contexto e vindo de mulheres que não vivem de explorar seus corpos, é muito bem vindo. Sensualidade é um sinal de boa auto-estima e da vontade de conquistar as pessoas. Deve ser feita com jeito e respeitando o contexto, a lógica e nunca deixando de respeitar a si mesmo, evitando a todo custo de cair no ridículo ou no grotesco.

Recentemente, estas quatro atrizes apareceram em trajes que valorizam bastante a perfeita forma física de cada uma. Mas todas estas possuem classe, charme e delicadeza, que permitem que elas possam mostrar seus dotes físicos sem cair na vulgaridade.

Quem conhece a biografia destas gatas, sabe do que estou falando. Jessica Lowndes tem uma beleza sensual, mas o semblante de seus olhos transmite alguma meiguice. Selena Gomez é a delicadeza personificada. Natalie Portman e Emma Watson já são símbolos consagrados da sofisticação feminina. Como vemos, todas elas fogem de qualquer acusação de vulgaridade.

Dá para se sentir excitado por estas mulheres, admiradas também por seu talento, charme e dignidade.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Jennifer Love Hewitt gosta que namorados posem com ela em eventos



Ei, amigo! gosta da Jennifer Love Hewitt, não é? Eu também gosto. Ela é linda, charmosa, inteligente, gostosa, um pitéu, não acha?

Mas gosta de sossego e privacidade? Se quer ser o próximo namorado de Hewitt, desista. Ela é do tipo grudenta (nada contra grudentas) e tem o hábito de levar seus namorados para o tapete vermelho. Foi assim com Ross McCall, foi com Jamie Kennedy e está sendo com Alex Beh (este 4 anos a menos que ela).

O próximo da fila que se prepare: aprenda a gostar de tapete vermelho e dos holofotes em sua cara. A bela Jennifer irá agradecer pela sua auto-exposição.