segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Falsos sambistas arrasam literalmente com Simonal



Como é que tiveram a coragem de convidar uns picaretas do samba como o Mister Pires, o Péricles e o Thiaguinho-Salgadinho-Rodriguinho para o tributo ao grande mestre Simonal?

Esses sambregas são muito ruins e deveriam ter encerrado a carreira faz tempo, já que não possuem vocação musical e poderiam estar enriquecendo como donos de boteco, por exemplo.

Mas agora entendi o porque da presença desses falsos sambistas, ruins da cabeça e doentes do pé, para ofender o genial Simonal com suas vozes chorosas.

É porque Simonal dizia: "Mamãe passou açucar em mim". Açúcar atrai baratas, não é, Mister Pires?

Esses Pires, Thiaguinho e Péricles são a verdadeira pilantragem... no mau sentido.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

A Garota Gigantinha e Maria Rita Mariano: a competente se ajoelha diante da picareta

Realmente sinal dos tempos. Imagine se o pior aluno de uma sala de aula, apresenta seu (péssimo) trabalho na frente dos alunos na sala de aula e é aplaudido calorosamente pelo melhor aluno da mesma turma. Pois é, o fato aconteceu.

Maria Rita Mariano, uma das melhores cantoras brasileiras da atualidade e filha da melhor cantora que o país já teve, Elis Regina, foi assistir a um show de Claudia Leitte, a Garota Gigantinha, uma cantora de péssima qualidade, representante de um gênero de qualidade duvidosa, portadora de uma voz forçada e cheia de firulas e de personalidade arrogante, que só perde em prepotência para a sua alma-gêmea, a Gigantona Ivete Sangalo.

E ingênua como costumam ser os cantores de MPB, ela aplaudiu (impressionante como cantores de MPB têm o hábito de aplaudir "cantores" ruins; se eu fizer meu "show" no chuveiro e chamar, por exemplo, o Chico Buarque, ele me aplaude) e até se comoveu quando a arrogante crooner de chuveiro cantou uma música de Elis (será que ela não notou que isso era pura bajulação?).

Ora, ora, Maria Rita. Acorde e deixe de ser ludibriada por alguém que é muito inferior a você!

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Há 29 anos morria John Lennon

Puxa, o dia está quase acabando e quase não escrevo sobre os 29 anos de morte de John Lennon, um dos integrantes da maior e melhor banda de todos os tempos: The Beatles.

Não vou falar muito porque daqui a um ano vai ser comemorado 30 anos de seu falecimento (de maneira estúpida, assassinado por um maluco que pensava que era seu fã; fã não mata seu ídolo) e como vai ser uma data redonda (assim como no dia 09/10/10, que seria os 70 anos do cara), é bom deixar para falar mais dele na ocasião.

Apesar de não ser meu Beatle favorito (a carreira solo de um Beatle que mais gosto é de Paul McCartney, felizmente vivo, embora fosse o primeiro a atribuir - por meio de brincadeiras - a sua morte), devemos palmas em pé a Lennon, que como todos os trabalhos lançados juntos ou separados de integrantes dos Beatles (até Ringo Starr tem um trabalho de excelente qualidade, ignorado pela mídia - ele é o "Beatle Underground"), pelo seu trabalho de altíssima qualidade inquestionável, mesmo em momentos menos inspirados como na manjadérrima War is Over, que infelizmente ganhou uma versão patética na voz da cantora Simone Bittencourt.

Lennon faz uma falta gigantesca. Há quem diga que se ele não tivesse morrido, os Beatles teriam voltado. De qualquer modo o trabalho de Lennon ficará para sempre, pois é feito para ser ouvido e re-ouvido. E feito para refletir, também, já que ele era o "Beatle Rebelde" e teve a carreira solo mais politizada dos integrantes da grande banda.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Chitãozinho e Xororó estão "se achando"

Os percursores da decadência da música sertaneja no Brasil, os desafinados e cafonas Chitãozinho e Xororó, após um sumiço estratégico (para "parecer MPB", já que os verdadeiros intérpretes da MPB estão fora da mídia e a nefasta dupla deu esse sumiço para "se equiparar"), resolve lançar um novo disco, às vésperas de completarem 40 anos que estão enchendo nosso saco com suas vozes de gralhas.

Agora eles estão metidos pra cacete: gravaram com orquestra, inventaram que são influenciados por Raul Seixas, chamaram Andreas Kisser do Sepultura (???!!!) para gravar e agora assumem uma forjada e mentirosa "atitude rock", como se eles fossem os "Byrds brasileiros". Gram Parsons deve estar se agitando no seu túmulo, assim como Raulzito.

Que esses distintos senhores fechem suas matracas desafinadas, calando a voz de taquara rachada e vão curtir suas fortunas em seus sítios gigantescos bem quietinhos e parem de maltratar a nossa música rural, que já está na UTI e pode morrer (definitivamente) a qualquer momento.

Morte que nem os picaretas do Sertanojo Universotário terão condições de evitar.

Cilada Furfles


Assistindo ao episódio "Casa de Praia", do humorístico que mais gosto, Cilada, fiquei feliz com um detalhe: a participação do meu xará Marcelo Adnet (Furfles15 minutos, anúncios da Volkswagen). Grande encontro de grandes humoristas.

Os dois são os melhores humoristas da atualidade e usam a inteligência como ingrediente de seus humorísticos. Do contrário do humor-de-bordões do Zorra Total e do besteirol sem sentido do Pânico na TV (ou seria Penico na TV, de tão ruim que é). O CQC (conduzido por outro xará meu, o conhecido Marcelo Tas, que é humorista, mas é Tristão), que tinha começado bem, encanou de concorrer com o Pânico na TV e se deu mal. Virou outro besteirol.

Parabéns e muito obrigado a Adnet e a Mazzeo (filho do multi-homem Chico Anísio, grande humorista) por fugirem da mediocridade dos outros humorísticos e usarem a inteligência e a criatividade para nos fazer rir.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Morre Eric Woolfson

Eric Woolfson, parceiro de Alan Parsons na banda inglesa de rock progressivo The Alan Parsons Project e voz principal em várias músicas, principalmente na música mais conhecida da dupla, Time, faleceu, no último dia 02/12, após longa luta contra o câncer.

Eu nem sabia que ele estava doente. Será, para mim, uma grande perda, pois eu gostava da bela voz dele e de suas composições, já que a dupla era responsável por criar as músicas, que davam um toque mais acessível ao rock progressivo. Ele também era o principal pianista da banda, que era uma de minhas favoritas.

Eric é mais um que vai fazer falta. Descanse em paz, amigo.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Papai Noel, uma incoerência

O Natal está chegando, todo mundo repensando sobre o que fez (e principalmente sobre o que NÃO fez) de bom durante o ano e aí nos vem a memória daquela figura obesa, idosa, vestida com um grosso casaco vermelho que aparece em todo o ano nesta época e que atende em seu lugar de origem como Santa Claus e que sabe-se lá porque, denominamos Papai Noel.

Que mania é essa do brasileiro de querer copiar as coisas de fora? A criatividade do brasileiro possibilita a criação de um personagem próprio para celebrar o Natal! Um personagem que tivesse mais a ver com a realidade brasileira, com o cotidiano e com o clima nosso. Francamente casaco vermelho em clima quente e ainda mais no verão (no Brasil, Natal cai no verão) é de uma loucura sem tamanho. Não dá nem para enganar criancinha.

Aliás, falando em criancinha, porque diabos a Mamãe Noel sempre tem que ser jovem? Papai Noel não é um velhinho? Mamãe Noel não poderia ser uma velhinha? Pelo jeito, de tanto receber crianças para sentar em seu colo, ficou mal-acostumado e quis também ter a sua criança particular dentro de casa também. Resta avisar ao rotunda figura avermelhada que pedofilia é crime.

Mas, voltando, ainda acho que o povo brasileiro deveria criar outra figura, mais brasileira, mais tropical, para representar o Natal. Copiar coisas dos outros é coisa feia, falta de esforço e criatividade e no caso do velhinho que é uma "Santa", uma incoerência sem tamanho.